♪♫...puxei a mamãe, não caio em armadilha e distribuo banana com os animais...♪♫
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
25!
Firme e forte, cheguei aos 25!
Hoje, por acaso, li em algum lugar alguma coisa sobre o nosso corpo envelhecer alheio à nossa vontade e nossa alma só envelhecer se assim permitirmos. Daí, eu fui filosofar: quanto ao meu estado geral de saúde, mesmo sempre adiando um check up e tirando a eventual ressaca, não tenho do que reclamar. A minha alma, na flor da idade e à flor da pele como sempre foi, tá beirando os 22. Talvez isso explique o absurdo de juízo que uma galeeeeera me desejou (rs). Mas fazendo uma autocrítica, porque com as bodas me tornei um mestre nisso, talvez ainda falte um pouco de maturidade pra chegar aos 30. Mas isso já está sendo trabalhado, sem neurose e sem grilo. 'Suave na nave, de boa na lagoa, de leve na neve, style no baile, sossegado, solteiro, tranquilo, sozinho não vou ficaaaaaaaaaar... ♫' e a porra dessa música impregna meeermo, maluco! kkk
Pra não fazer drama e dizer que bateu uma crise, só vou dizer que junto com os 25 vem também a constatação avassaladora de uma grande verdade: O TEMPO VOA! E de repente já é setembro outra vez. Não é saudade, porque pra mim a vida é dinâmica e nunca lamento o que se perdeu - mas é sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde ou SE GANHA, pra terminar sendo um pouquinho mais otimista do que nosso imortal Caio Fernando Abreu. ;)
Obrigado a todos pelas felicitações. Abraçããão!
* De 29/09/2013, quando fiz 25 anos de vida, a Hebe 1 ano de morte, e o Diego Xerez caiu e rasgou os queixos horas depois dessa foto. Texto copiado e colado do facebook só pra não deixar esse blog morrer.
sexta-feira, 1 de março de 2013
O POP não poupa ninguém!
nem o papa, já previa Humberto Gessinger. Para os católicos apostólicos romanos extremistas só essa foto já é motivo de afronta. Que seja! Nunca falei sobre religião porque respeito o direito à crença de todo mundo, mas religião se discute sim, principalmente quando é usada para discriminar o comportamento alheio e quando se põe como barreira frente as novas tecnologias que bem sabido, é para o bem de todos.
Sou católico de herança, não vou a missa, não gosto de igreja, nem de padre, nem de papa e nem de todas essas categorias e subcategorias que existem ninguém sabe bem pra quê. Se Deus existe e é onipresente, eu não preciso ir a missa, se eu posso conversar diretamente com Ele nas minhas orações não preciso de intercessor, se o padre é humano e pecador assim como eu, porque eu tenho que confessar a ele os meus pecados, porque ele pode me julgar e me punir, se Deus é supremo e só cabe a Ele o julgamento? São questionamentos bem primários ainda criança e obrigado a ir ao catecismo, já eram meus e ninguém nunca me explicou!
Qual o porquê das evangélicas só usarem saias, não cortarem os cabelos e não usarem maquiagem? Porque não comer carne vermelha nas sextas-feiras? Eu devo amar o próximo, desde que de sexo diferente. Eu tenho que ir a missa aos domingos, mesmo sem querer, mesmo com preguiça, tenho que me ajoelhar, fechar os olhos, pedir e agradecer.
Não contribuo com o dízimo e não tenho medo de ser expulso do céu, acredito na solidariedade das pessoas, na boa vontade e contribuo com isso quando faço um trabalho bem feito, quando ajudo a quem precisa, quando oferto uma palavra de conforto, quando provoco riso em alguém! Pra mim, toda essa simbologia é estúpida e entra em desacordo com uma conhecida passagem bíblica: A FÉ SEM OBRAS É MORTA!
Eu não acredito e nem glorifico e nem dignifico um papa que vive cercado de ouro e jóias em um casarão com zilhões de quartos e salas e antessalas e seguranças, enquanto se mata e se morre de fome e de sede na Etiópia. Eu não confio em pastor exorcista que de má fé lucra 2 bilhões as custas da boa fé alheia. Eu não atribuo a Deus o emprego que perdi, aquele concurso que eu não passei ou aquela pessoa que me deixou.
Acredito em mim, na minha força de vontade e em tudo que eu desejo e que posso conseguir desde que EU me esforce! Acredito também em alguma coisa maior (cósmica, astral, sei-lá-que-porra) que possa interferir de algum modo positivamente ou não, no rumo das coisas, muitos chamam de coincidências, destinos, oportunidades...eu chamo de Deus, por força do hábito e por não haver melhor palavra, mas sei que até para as coincidências e os destinos e as oportunidades surgirem, eu tenho que dá uma forcinha e estar disposto, porque é bem verdade sim, a fé sem obras realmente é morta.
A crença, para a maioria, é uma necessidade, seja Deus ou seja Buda, as pessoas precisam ter algo para que possam compartilhar e atribuir seus próprios fracassos. O que eu queria deixar bem claro é que crer, não crer, crer de outra forma, não nos torna melhores ou piores pessoas. Eu não preciso impor minhas crenças ou descrenças a ninguém, se todo mundo cresse sozinho não teríamos tantos problemas. Se todo mundo exercitasse sua espiritualidade no conforto do seu lar, não teríamos igrejas, padres, pastores e outras tantas instituições que querem neutralizar pela fé os nossos desejos, que querem ditar e julgar e discriminar pela fé o nosso comportamento e pela fé, querem escolher quem a gente deve amar.
Enfim, não é o que temos, é utópico, como quase tudo que eu desejo.
"será que nunca faremos se não confirmar, a incompetência da américa católica que sempre precisará de ridículos tiranos?
será que será que será que será, será que esta minha estúpida retórica terá de soar, terá que se ouvir por mais mil anos? ♫ "
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Carnaval de Olinda ou Feliz 2013!
Porque pra mim o ano só começa depois do carnaval, que esse ano foi em Olinda e essa foto é pra vocês sentirem a pressão que foi e o quanto eu sofri! RÁ! A foto mais precisamente foi tirada na 'Casa do Dudu' na Av. 13 de maio de Olinda, que é a NOSSA avenida. Como minhas resoluções de ano novo começam agora, uma delas é ser mais presente por aqui e eu vou começar falando do meu carnaval que foi lindo e eu já fico com os olhos mareados de saudade só de lembrar.
Enfim, Olinda é pros solteiros como eu, o paraíso! Ferveção, agitação, animação, orgia e muitos gays bonitos e solteiros de todas as partes do mundo afim de pegação.Eu comecei tímido, vendo a galera se dar bem e eu nada, até que uma bicha amiga me deu o toque o close que se dá em Olinda é diferente do close que se dá em boates, e entendido o recado, eu comecei a me vender! Claro que com o subterfúgio do álcool, eu lucrei bastante. Bastante mesmo, não posso dizer a quantidade exata, porque eu nem mesmo sei, nem vou dizer a média, que eu não quero sair de mais rodado que a catraca do Grande Circular de Fortaleza. Mas gente, foram muitos! E dos que eu lembro, eram do mais alto gabarito!
Peguei três estrangeiros com meu simples 'hi, blue eyes!', treinei meu francês, peguei marinheiros, romanos, Jack Sparrow's, índios, cangaceiros, Peter Pan's, uns tantos de chapéu Panamá (que foi o item coringa do carnaval) e uns outros tantos sem fantasias. Troquei contato com poucos, porque pra mim carnaval é uma coisa muito dinâmica e encontrar o homem da minha vida principalmente na orgia de Olinda é tipo 'thank you, mario, but your princess in in another castle' da nossa geração. Pros homens muito lindos que não me olhavam, eu jogava confetes e gritava: ' é muita areia, mas faço duas viagens'! Deu certo algumas vezes, quando não, eu ganhei lindos sorrisos de consolação. Quando meus confetes acabavam, eu e minha quadrilha se amontoávamos perto de um isopor de cerveja e nos vendíamos igualmente. Fui fantasiado de rei dois dias, os gringos perguntavam: 'king or queen?' e eu com meu inglês primário respondia: 'what do you want and i will be' ou então 'king' ou então 'queen' e quando não valia a pena, eu simplesmente não respondia e tirava a coroa.
Muito bloquinho de frevo mas o que eu mais gostei foi esse que tinha a seguinte marchinha:
- Alô polícia, meu baseado é uma delícia! ♫
Como previa Chico Buarque: ' Carnaval, desengano...Deixei a dor em casa me esperando...', eu encontrei meu ex com o namorado. Um ex que eu não queria mais, que agora que ele não me quer eu quero, diga-se de passagem. Mas bobagem, falei normal e ele me encontrou duas vezes acompanhado de duas pessoas diferentes. Enchi o pulmão de alegria porque sei que ele se importou, um pouquinho talvez..será? Whatever, pelo menos eu não tava só e nem fiquei só um minuto naquelas ladeiras. Só eu estou agora, mas isso é assunto pra alguma postagem depressiva no meio da quaresma, ou não, que no balanço das horas tudo pode mudar. Enfim, são muitas coisas num carnaval pra caber numa postagem só, o que eu quero deixar bem claro é que todo gay que tá perdido na vida, sem eira nem beira, sem lenço, sem documento, sem dono e desprendido de qualquer envolvimento com quem quer que seja, assim como eu, deve conhecer o carnaval de Olinda, que lá todo mundo se acha. Na terça de carnaval, ainda teve o Caetano, que cantou todas as músicas que eu vinha escutando na viagem, inclusive 'A filha da Chiquita Bacana', FOI LINDO!
E nessa última foto, eu sou esse rei ou rainha, que tá pensando em como chegar naquela igreja láááááá em cima.
' a gente se embala, se embola, simbora só para na porta da igreja,
a gente se olha, se beija, se molha de chuva, suor e cerveja...♫'
Beijo pra vocês!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
re-nascer
Combinamos então que é agora?
Pronto. O dia um, a hora primeira e boa parte deste peso aqui no peito fica na pré-história,
no caos primordial sem registro, nem memória.
Decidimos que tudo está fresco, tinindo de novo, o mundo estreia e nós com ele.
O cansaço não existe porque ainda não é possível. Ele é o fruto de longos itinerários e nós aqui no primeiro passo, agora o segundo.
Arrependimentos, dúvidas, traços da nossa história agregados à pele, marcados em carne-viva por aí, sumiram. Novo, o mundo te espera, se estreia tudo diante dos olhos maravilhados da primeira vez e a brisa da tarde se inaugura constante em seus cabelos. Proclamar a vida em seu frescor crepitante e nada é ainda amargo, velho nem triste. No horizonte infinito de possibilidades, "inventar-se" é a palavra, nesse nosso faz-de-conta tão sério.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Chico!
E esse post é só pra dizer que foi lindo, que eu tava numa pensa em frente ao palco e que essa fotinha NÃO tem zoom, rs. Beeeeijos! ;*
"Quando eu choro, é uma enchente surpreendendo o verão.
É o inverno, de repente, inundando o sertão, quando eu amo.
Quando eu amo, eu devoro todo o meu coração.
Eu odeio, eu adoro, numa mesma oração, quando eu canto..." ♪♫
(Baioque - Chico Buarque)
sábado, 28 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Crônica De Uma Sexta-Feira Santa.
Aí que nesse feriadão da Semana Santa eu resolvi voltar pra cidade onde fiz faculdade pra rever o pessoal. Quinta-feira Santa rolou uma festinha open bar, e como em toda festinha, open bar ou não, eu já tinha bebido todas, inclusive vomitado, quando um ex meu pediu meu telefone. Como eu sou o Dado Dolabella e meu lema é 'vem ni mim que eu tô facim, facim', dei o número.
Na sexta, acordei morrendo de ressaca uma hora da tarde com ele me ligando, me convidando pra ir pra casa dele, pra gente conversar, colocar as novidades em dia, porque afinal, apesar de tudo, prevaleceu a 'amizade'. Como eu já nasci com 15 anos, não sou bobo nem nada e sou o Dado Dolabella, coloquei duas camisinhas no bolso e parti pra casa dele, porque eu nunca fui de fazer jejum em sexta-feira santa, muito menos sexualmente falando.
Cheguei lá tímido, conversando frivolidades, quando a gente fumou um baseado e passamos o resto da tarde transando, exatamente como antes. Não colocamos novidade nenhuma em dia, e só matei uma saudade sexual que eu tinha dele e que eu tenho de todo mundo que trepa bem comigo. Enfim, libidos.
Sábado e domingo não tive notícias dele, tive outros peguetes e ele também, provavelmente. Na segunda pós-feriado ele me ligou novamente, e a gente ficou conversando abobrinha até ele perguntar o que eu tinha achado da nossa fatídica sexta-feira santa. Aí eu idiota, quis fazer a linha Pollyana, a moça e disse alguma coisa como:
- Foi ótimo, mas acho que não deveria ter acontecido aquilo...
- Foi ótimo, mas acho que não deveria ter acontecido aquilo...
Quando ele me interrompe e diz: - Como não, se você vai pra minha casa sabendo que eu tô sozinho e com duas camisinhas no bolso?
Enfim, essa é a história. Vocês acham que ele acabou com a minha carinha?
Porque eu acho.
segunda-feira, 5 de março de 2012
sobre os homens.
" Ouça querida – disse-lhe Otávia certa vez – não fique assim com essa mentalidade de donzela folhetinesca, não separe com tanta precisão os heróis dos vilões , cada qual de um lado, tudo muito bonitinho como nas experiências de química. Não há gente completamente boa nem gente completamente má, está tudo misturado e a separação é impossível. O mal está no próprio gênero humano, ninguém presta. Às vezes a gente melhora. Mas passa (…) E que interessa o castigo ou o prêmio? (…) Tudo muda tanto que a pessoa que pecou na véspera já não é a mesma a ser punida no dia seguinte." domingo, 1 de janeiro de 2012
Para o ano que chega:
" Fomos serenos num mundo veloz,
nunca entendemos então por que nós,
só mais ou menos..." ♪
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
vida de cachorro.
O Toshi veio parar aqui em casa como mais ou menos um ano de vida quando uma amiga da minha mãe ia deixá-lo na rua porque o filho dessa sofria de processos alérgicos por conta do pêlo do animal. Daí minha mãe o adotou, a contragosto de todos nós, que já tínhamos uma cadela (Brieta) e que já dava muito trabalho.
Ele não chegou com esse nome, claro. E até nós arranjarmos um outro nome pra ele, ele não sossegou. Rasgou o sofá duas vezes, quebrou todas as plantas da minha mãe, enxeu a casa com os ossos que ele pegava na rua, além de, claro, fazer xixi ou cocô onde bem quisesse. Não desistimos. Daí veio o nome e com ele, um ensaio de obediênciar. Passou a acompanhar meu pai todas as manhãs até a padaria, me acordar no quarto arranhando a porta, não deixar ninguém chegar perto da cama da minha irmã. Ele tinha um jeito peculiar de deitar, não deitava com as patas flexionadas e encolhidas para se proteger do frio, ficava refestelado, patas estiradas e com os órgãos sexuais refrescando na cerâmica fria, como comentava meu pai. Tinha um pelão que lembrava rastafari, bem marrom na raiz, mais claro nas pontas. Olhos verdes/amarelados que quase não se via por conta do pelo, e um fucinho bem marrom. Era longilíneo, tipo um cruzamento de bassé com poddle. Diferente da Brieta, que é menor e mais gordinha. O relacionamento dos dois foi difícil no começo, disputavam o espaço a latidos e mordidas, até que um dos dois saia chorando e nós íamos sempre consolar um, recriminar o outro. Toshi era cão de rua, manso, rápido, auto-suficiente. Brieta era ríspida, de poucos amigos, criada em casa, com tudo nas patas, ao alcance do focinho. Comprovando a lei da física, os opostos se atraíram e Toshi e Brieta tiveram quatro filhotes. Pra eu sair de casa pro trabalho, Toshi não podia estar na rua que me seguia até o emprego. Me fazia muita raiva quando eu, morrendo de sono, saia pro trabalho e ele tava no portão pronto pra ir comigo. E eu, tendo que correr atrás de cachorro pra colocar dentro de casa. Fora outras vezes que eu não o via na rua e ia trabalhar, e do nada tava ele tá, todo estirado, esperando que eu voltasse pra casa. Toshi era uma cara legal, como dizia meu pai. Quase não latia, manso e amável. Era conhecido na vizinhança, todo mundo ria do jeito dele deitado, tinha uma mania feia de entrar em outras casas e levar sapatos de quem fosse, ou entrar na padaria aqui vizinha e roubar alguma coisa de lá. Malandro. Do jeito que veio rápido e sem que nós esperássemos, Toshi foi embora. Fomos surpreendidos essa manhã como o corpo do animal cercado de vômito, dentro do meu quarto. Suspeitamos de envenenamento, pela cor amarela viva do vômito que encardiu até o piso. Todo mundo ficou inconsolável. Minha irmã chorou a manhã toda junto com a minha mãe, meu pai abalado no telefone, eu igualmente, a viúva não deu um latido durante todo o dia. Enfim, o acordar amanhã não vai ser o mesmo. Toshi e Brieta cruzaram pela ultima vez essa semana...Será? Seria lindo!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
finally, you put my love on top!
Só gosto da Beyoncé, ponto! Vocês não me verão fazendo campanha pró qualquer outra 'diva' do pop contemporâneo. Meu coração só cabe ela, a única, porque me fez enxergar um enorme talento em um tipo de música que eu realmente não curto. É voz, beleza, dança e movimento. Não precisa de subterfúgios como perucas coloridas, roupas e clips exóticos ou escândalos e declarações pessoais pra se auto promover ou chocar todo mundo, é só voz, beleza, dança e movimento puro, simples e da melhor qualidade. Me desculpem os little monsters e os outros, mas ela é a melhor. Qualquer acusação de plágio pra mim é irrelevante. Se ela copiou alguma coisa de alguém, certamente ela fez melhor que o original. E nessa pausa que ela fez por causa da gestação, vocês vão me dizer aqui sobre a pobreza de músicas, clips e coreografias que vão aparecer por aí. Do novo trabalho, a melhor música pra mim é essa mesmo, Love on Top. Mas ela sensualizou baaaaaaaaaastante na coreô da mais recente Dance For You, né? A coreô de Run The World (gays) dispensa qualquer comentário. A beleza de Best Thing Never I Had e de 1+1 também. E a simplicidade de CountDown também. Enfim, talento. Quem quiser me fazer feliz esse final de ano me dê de Natal o DVD 'Beyoncé Live At Roseland - Elements of 4' que vai ser o meu favorito. Por enquanto o 'Beyoncé Experience' ocupa esse posto, tanto pela excelência como por me fazer perder caloriiiiiiiiiias dançando e cantando da primeira a última música. ;)
sábado, 26 de novembro de 2011
ah, bruta flor do querer...
Desde o meu último post muita coisa aconteceu nessa minha vidinha. Fiz 23 primaveras na cidade maravilhosa, chorei no show do Guns, arrumei um segundo emprego, continuei tendo porres homéricos e mais recentemente QUASE engatei um namoro e é sobre isso que vou tratar agora.
Tá virando tradição eu quase engatar um namoro em final de ano. Final de novembro passado eu tava numa de não atender nenhuma ligação do meu quase futuro namorado, porque não gostei dele pra namorar e ele entendeu diferente (ou eu fiz com que ele entendesse diferente) e eu não tive maturidade pra falar que não rolava, sumir foi mais prático. Me arrependi, claro. Não de não ter namorado, mas de não ter dado satisfação alguma ao sentimento que o outro nutria por mim, logo eu que sempre dizia que gente que sumia não era confiável. Daí tô eu nessa mesma, só que hoje tive coragem de chegar e dizer que não rolava, que o cara tava perdendo tempo comigo, que eu não podia oferecer o que ele esperava de mim, que o problema era eu e não ele (como na propaganda) e essas coisas que a gente diz pra não machucar demais. Beleza!
Não engatou esse e nem aquele. O motivo é simples: pra ganhar meu coração é só pisar em cima. Não acaricia, não afaga. Tripudia, joga pedra, samba em cima dele que aí eu vou te querer.
Agora eu conto uma outra novidade: meu outro emprego veio assim em COMBO! Trabalho com uma equipe maravilhosa, atuo no que me identifica e ainda arranjei com quem me agarrar naquele hospital sombrio. Enfim, agora eu sou a Meredith Grey da nova geração. Tudo muito bom, tudo muito bem, plantões maravilhosos, eu te uso e você me usa até que num estalo eu percebi que o que era pra ser um relacionamento de base puramente sexual, tá se tornando outra coisa pra mim. Sabendo que essa história não vai prosperar porque mil coisas (tipo mulher e filho) nos impedem, eu quero, eu quero, eu quero.
E agora?
outros olhos e armadilhas...♪
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
- Olá, como vai?
- Eu vou indo. E você, tudo bem?
- Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro e você?
- Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranquilo… Quem sabe?
- Quanto tempo!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
" Só se jogam pedras em ávores frutíferas."
Esta é uma frase incômoda e verdadeira, que me leva a pensar nas minhas lutas pessoais, nas brigas que tive de enfrentar só para me defender e também em todas as pedras que atirei porque o bom do outro me era totalmente desconfortável. Eu que sempre achei ditados populares e frases feitas, o puro clichê, fiquei silencioso diante da simplicidade desta. Por um lado fui vítima de invejosos que usavam estilingue e por outro, ao menor sinal de ameaça, ataquei o talento alheio. Quanto desperdício. Decididamente, a sabedoria é uma conquista lenta e árdua.
♪ " Não diga que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado. Não se iluda, pé que dá fruta é o que mais leva pedra. " (Uma raiz, uma flor/ Fino Coletivo)
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Carta Ao Pai.
Nunca escrevi nenhuma. A não ser aqueles cartões que a gente ganha na escola no dia dos pais, que sempre me limitei a preencher o De: .... e o Para: ...., ou alguma vez esporádica que devo ter incrementado com um 'Feliz Dia Dos Pais' ou um 'Te amo'. Nunca deixei transparecer muito o quanto amo meu pai, talvez por medo dele achar gay demais um abraço, um beijo ou uma declaração minha. É um bloqueio meu mesmo, sem sentido talvez, mas enfim, bloqueios são bloqueios, igual ao que eu sempre tive pra Física. Em contrapartida, o meu amor pelo meu pai não exige muitas declarações ou presentes.
Talvez eu deixe transparecer quando a gente conversa e eu caio em gargalhadas com tudo que ele conta, com tudo que ele faz, ou pelo meus olhos que devem brilhar quando eu conto tudo isso pras outras pessoas, que realmente é muito divertido e todo mundo gosta, e ri, e pede pra eu repetir...A onda dele agora é assistir 'O Astro' e cantar junto com a abertura: '' Minha preda é ametrista, minha cor o yellow...'' e tem a máxima que eu escuto desde pequeno, quando pedia dinheiro a ele: '' Meu filho, pra outra pessoa não, mas pra você...há se eu tivesse'' e acabava sempre me dando algum trocado mesmo. Ou quando a gente se une em um complô pra persuadir minha mãe e conseguir qualquer coisa, que ela faça uma lasanha ou coisa do tipo. Por essas e por outras milhares de coisas que o horário não me permite contar, eu amo meu pai. Quando ele dá uma de pai mandão e me proíbe de fazer alguma coisa, fico puto, viro a cara e tal. Mas enfim, ele é pai e tem que se comportar como tal, de vez em quando.
Nossa relação já foi conflituosa e se ainda fosse eu transcreveria aqui uns trechos do ''Carta Ao Pai'' do Kafka, por que é lindo e na literatura tudo que é triste, conflituoso e sofrido me atrai, mas eu e meu pai não somos assim. Nossa única diferença talvez seja só a orientação sexual mesmo, porque o humor e modo de lidar com a vida eu herdei dele e me orgulho disso. Além dos gostos musicais e daquele refrão do Ultraje A Rigor que ele me ensinou a gostar e que resume a nossa diferença: '' O chiclete que você mastiga não é igual ao meu...♪ "
Talvez eu deixe transparecer quando a gente conversa e eu caio em gargalhadas com tudo que ele conta, com tudo que ele faz, ou pelo meus olhos que devem brilhar quando eu conto tudo isso pras outras pessoas, que realmente é muito divertido e todo mundo gosta, e ri, e pede pra eu repetir...A onda dele agora é assistir 'O Astro' e cantar junto com a abertura: '' Minha preda é ametrista, minha cor o yellow...'' e tem a máxima que eu escuto desde pequeno, quando pedia dinheiro a ele: '' Meu filho, pra outra pessoa não, mas pra você...há se eu tivesse'' e acabava sempre me dando algum trocado mesmo. Ou quando a gente se une em um complô pra persuadir minha mãe e conseguir qualquer coisa, que ela faça uma lasanha ou coisa do tipo. Por essas e por outras milhares de coisas que o horário não me permite contar, eu amo meu pai. Quando ele dá uma de pai mandão e me proíbe de fazer alguma coisa, fico puto, viro a cara e tal. Mas enfim, ele é pai e tem que se comportar como tal, de vez em quando.
Nossa relação já foi conflituosa e se ainda fosse eu transcreveria aqui uns trechos do ''Carta Ao Pai'' do Kafka, por que é lindo e na literatura tudo que é triste, conflituoso e sofrido me atrai, mas eu e meu pai não somos assim. Nossa única diferença talvez seja só a orientação sexual mesmo, porque o humor e modo de lidar com a vida eu herdei dele e me orgulho disso. Além dos gostos musicais e daquele refrão do Ultraje A Rigor que ele me ensinou a gostar e que resume a nossa diferença: '' O chiclete que você mastiga não é igual ao meu...♪ "
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
bolina boba.
Tá rolando boatox que a Dani Bolina é a nova peã da fazenda. Mas PORRÃN, eu que não me trancava no meio do mato com um bocado de subcelebridade tendo um homem desse em casa.
E Mateusinho, revela essa foto e manda pra mim, tá? ;*
Mais de Mateus Verdelho aqui.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sobre o anfitrião.
Pra começar, uma breve apresentação daquele que vos fala:
" Leonardo Filizolla, solteiro e vacinado, libriano, nascido em vinte e nove de setembro de um ano que não vem ao caso. Não sou vegetariano, não sou abstêmio, não sou não-fumante, não sou paciente e geralmente não sou o que esperam de mim. Não sou rico , não tenho carro, não tenho casa própria, nem conta bancária. Moro com meus pais até tomar outro rumo na vida ou até quando eles me permitirem. Sou crítico, inconsequente, irresponsável, intempestivo, impulsivo. Mas acreditem, quem realmente importa, me ama assim mesmo! Aproveito muito da vida e de tudo o que ela me proporciona, do melhor ao pior. Lavo, passo, cozinho, costuro, desenho, pinto, bordo, canto, danço, represento, faço amor gostoso e tenho um enorme talento para boêmia (...) " (trecho-extraído-do-antigo-e-não-abandonado-blog)
Formado na área da saúde, apaixonado pela rotina hospitalar e por música. Fã do Chico, da Gal e do Caetano e de outros tantos. Solteiro sim, sozinho também. Tenho a escrita, a leitura e a música como subterfúgio pra essa solidão. Não namoro, nunca namorei e nem sei quando vou namorar, mas não me desespero. Sou focado apenas nas coisas que dependem da minha vontade, o além disso: deixo rolar. Como diz o Leminski: ' não discuto com o destino, o que pintar eu assino. ' No mais, sou uma pessoa de fácil trato. Criei esse blog pra expor e absorver opniões, estreitar laços, fazer amigos e etc&tal.
sábado, 6 de agosto de 2011
em construção.
Aguardem novas postagens nesse blog gay, de um cara gay, destinado ao público gay,
gls, glbt, glbttabcde... Porque a ignorância do ser humano ainda requer distinções.
Sejam bem vindos e até breve! ;)
" Na minha ilha, iê iê iê, que maravilha, iê iê iê, eu transo todas sem perder o tom.♪ "
Assinar:
Postagens (Atom)















